Já havia dias que pensava em escrever um blog. Não pela necessidade de me expressar para alguém ou publicar algo para chamar atenção, mas sim por que digitar é mais fácil que escrever a mão. E também por que no blog tudo fica registrado, assim eu não perderia o que havia escrito.
De fato, minhas vontade de escrever apenas vêem quando estou magoado ou triste. Como se o teclado fosse um ouvinte, e dele sairia um ouvido gigante que pudesse me escutar, que pudesse entender minhas frustrações, mas nunca compartilhar de minhas alegrias. Até mesmo por que eu não iria escrever quando estivesse feliz. Não hoje, talvez um dia.
Hoje tive frustrações, como várias outras no passado. Mas as frustrações, acredito eu, nos fazem refletir e dependendo da posição da pessoa, elas podem até mudar uma personalidade. Acredito que comigo isso funciona. Isto será o tema do post de hoje: Como as frustrações me mudaram.
Se eu de fato descrever quais foram minhas frustrações, alguém pode ler e apontar o dedo na primeira oportunidade. Como este blog não é destinado para ninguém, não irei contar o que realmente aconteceu.
Eu me apego fácil aos sentimento. Confiança é essencial, e companheirismo também. Mas quando você tem isso diluído, você acaba se acostumando a sempre viver se apegando a você mesmo. Comigo é assim, eu não preciso de outras pessoas. Claro que isso gera muita solidão, insegurança e desconforto. Mas eu me acostumei. Mas quando você tem um companheiro (a) você passa a gostar dos sentimentos que envolvem a amizade. Ok, até ai.
Mas quando esses sentimentos passam a ser egoístas, de acusação, de desconforto, aí sim vêem junto as frustrações.
Me frusteis inúmeras vezes, algumas até de respirar fundo e fingir que nada está acontecendo. Até hoje. Decidi não me influenciar por isso, decidi que mais importante que os sentimentos mútuos a minha vida é mais importante. O meu amor-próprio vem antes de qualquer coisa.
Isso não significa virar uma bolha, mas sim não me decepcionar se alguém não quiser se envolver com você. Claro, a vida é minha, a vida é sua. Somos individuais, e não tem por que agora querer ser unidos. Não quero ser hipócrita ou egoísta, mas sim quero ser EU. Quero ter minhas opiniões, meus pensamentos, minhas preocupações e que você não precisa ouvir ou saber. Não irei contá-las a você, mas também não quero ouvir as suas. Não te darei minhas opiniões, e por favor, não diga as suas...principalmente se for algo relacionado a mim.
A partir de hoje meu mundo se baseará em mim, agradeço por contribuir para deixá-lo melhor, tentarei fazer o mesmo com o seu. Mas sem decepções, sem acusações, sem intromissão, sem violência psicológica, sem sentimentalismo ou pressões morais.
Quero ser feliz, livre de pensamento, condicionada às minhas idéias e meus sentimentos. Quando a você, seja assim também.... o meu mundo não está em guerra com o seu!
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